A manhã desta quinta-feira, Dia da Mulher, ainda reservou mais uma surpresinha às mulheres do Arauto. Para enCANTAR a todas, o músico e chargista do Jornal Arauto invadiu as salas cantando e tocando "Como é grande o meu amor por você". Uma linda e emocionante homenagem. Veja só:
8 de mar. de 2012
Os mulherões do Arauto
Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, as mulheres do Arauto foram surpreendidas em suas mesas de trabalho com um cartão e um esmalte. O cartão trazia uma adaptação bem oportuna do texto "O Mulherão" da escritora Martha Medeiros.
Então, a todos os mulherões que fazem o Arauto ter esse dinamismo e essa leveza, às colegas, ex-colegas, leitoras, anunciantes, amigas, nossa mensagem de carinho e admiração a todas vocês.
Feliz Dia da Mulher!
6 de mar. de 2012
Enamorados e Lê Lê Lê agitam a terça-feira
A Arauto FM e o Jornal Arauto receberam visitas ilustres nesta terça-feira. No ritmo de Enamorado e do Lê Lê Lê, estiveram por aqui o cantor Adair Cardoso e a dupla João Neto e Frederico. A combinação do sertanejo de classe e da presença dos melhores ouvintes do mundo no estúdio não deu outra: muitos cds e dvds autografados pelos famosos e canções ao vivo. Na edição do Caderno Mais do Jornal Arauto de sexta-feira e no Tá Ligado da próxima semana você vai poder conferir um pouco mais do que rolou neste dia especial.

Síndrome de Peter Pan
Quem viu o Tá Ligado de hoje percebeu (ou não) uma ausência por lá. No expediente, uma das carinhas que antes aparecia hoje já não estava mais lá: a minha. Mas todo mundo já havia sido avisado na edição de terça-feira passada. Tanto que muitos me abordaram preocupados com a minha saída, entendendo que eu pudesse estar saindo do Arauto. Não é o caso, minha gente, só estou deixando a editoria mesmo. (Sem demissões precoces, por favor!) Na verdade, essa mudança foi programada, há bastante tempo. Primeiro, na minha cabeça. Depois entre a equipe do TL. Primeiro, porque tenho outros planos para esse ano. Depois, porque é muito importante para o Tá Ligado se reciclar.
Acompanho a produção do Tá Ligado há muito anos, desde que ele surgiu como um caderno colorido de edição anual. Depois, ele virou uma página semanal em preto e branco. E mais recente, mas nem tanto, ele se transformou no suplemento fixo das edições de terças-feiras e hoje ninguém mais poderia ficar sem ele. Estou exagerando? Não, né? E como eu me orgulho disso.
Mas o tempo passa e, justamente por que passa, algumas coisas precisam se renovar. Eu brinco dizendo que já estou muito velha para o Tá Ligado, mas posso me conformar dizendo então que o TL é que é muito garotão pra mim. ; ) Fica melhor assim né? Mas na verdade, acho que o motivo principal dessa saída é que a gente precisa se desapegar de umas causas, importantes e pra sempre saudosas, para dar lugar a outros desafios. Hoje eu saio do Tá Ligado deixando ele em boas mãos: as da Eliz, da Pati Dhiel, e da Camila, a nova colunista. Saio sabendo que fiz a minha parte para fazê-lo crescer. E, principalmente, saio também para fazê-lo crescer ainda mais, e para isso mudanças são necessárias. Afinal o Tá Ligado sofre e deverá sempre sofrer da Síndrome de Peter Pan, achar e fazer os leitores também acharem que ele será pra sempre jovem.
Aos leitores e às filhas queridas que já estão grandinhas para cuidar do Tá Ligado sem mim, só quero dizer que eu apenas saí do expediente, mas continuarei vestindo a camiseta. Sempre.Por Michele Sehnem
E as taturanas (re)apareceram
A faxina nas gavetas da Redação ainda está rendendo. A Néia já contou a você, leitor, sobre uma vida nas gavetas. E eu concordo. A gente vai guardando tantas coisas na expectativa de um dia precisar e, muitas vezes, isso não acontece. Aí, já viu, né? A faxina só rola quando não há mais espaço.
No nosso caso, a faxina motivada pela mudança rendeu uma viagem ao fundo do baú... E na minha mesa uma gaveta em especial vinha atiçando a curiosidade da turma. Mas por que? É que há anos a tal gaveta estava fechada, digamos, a sete chaves, só que perdidas. Pois bem, com o anúncio dos móveis novos resolvemos fazer uma arte e com muito cuidado e força do colega Urgel arrombamos a dita cuja. E qual não foi nossa surpresa com tantas coisas velhas, anotações, folders, releases de fumageiras, fotos de cadernos de moda ainda do tempo das câmeras de filme, mais fotos e taturanas. Taturanas? Eu explico. É que dois livrinhos entre os achados falavam das taturanas e daí nos lembramos de uma época em que tínhamos que fazer os títulos das matérias principais do jornal com o mesmo número de toques da frase "taturanas aparecem mais tarde". Hoje, a diagramação do jornal já não é mais assim, mas não é que as taturanas resolveram aparecer mesmo!Por Jaque Gomes
2 de mar. de 2012
Brincadeiras em torno da nova sala da redação
A redação do Jornal Arauto mal começou a esvaziar as gavetas e os colegas já começaram com as brincadeiras em torno da inauguração da sala nova. Do setor de criação veio a capa fictícia abaixo, com chamadas engraçadinhas.
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| Na foto, a equipe de redação, Urgel Souza, Carolina Almeida e Jaqueline Gomes, com o "presente": |
Uma vida nas gavetas
Talvez possa parecer estranho a você, leitor... Ou até mesmo ridículo! Esta semana, o que estava sendo adiado há anos, aconteceu. Faxina nas gavetas da Redação! Posso explicar, calma... a minha mesa - e a da Jaque e a do Urgel - é antiga, bem antiga... A gente brinca que os cupins sustentam elas. Herdei a mesa há 10 anos, quando entrei no jornal, da minha editora, Mariara. Ela brinca que herdei um tanto da bagunça também, pode ser.
A questão é que na Redação, a gente consome e armazena muuuito papel. Eventos, anotações históricas, publicações que consideramos relevantes, estatísticas, materiais de assessoria de imprensa, etc, etc, etc... E isso foi se acumulando em pastas e mais pastas de muitos anos. Sem contar nos Guias Telefônicos de várias eras, depositados no fundo das gavetas.
Com a correria do dia-a-dia, acabávamos descartando, no máximo, as coisas mais superficiais. Pois bem, nesta semana tomei coragem. Estamos para inaugurar móveis novos, então a faxina veio bem a calhar. Em seis gavetas, muita coisa pra recordar, rir e lembrar que o tempo não passa, ele voa. Acho que uns seis crachás diferentes - que revelam os mais variados cortes de cabelo - estavam por ali. Bilhetinhos de colegas, cartões de aniversário, fotos antigas e coisas que a gurizada talvez nem lembre mais, como disquete e fita K7, estavam por ali.
Achei uma caixinha de música em forma de piano, presente de entrevistados da Alemanha em certa feita... Encontrei uma camisa antiga do tempo em que era escoteira, toda dobradinha dentro de uma sacola de papel... E até mesmo um mapa astral feito por um amigo, há vários anos... ali, antes mesmo de eu ter uma profissão, já dizia que eu servia para a área da comunicação.
Parece uma coisa tão simples, fazer a faxina e organizar umas gavetas... descartar o que é inútil, guardar na lembrança fatos memoráveis e armazenar de volta aquilo que ainda se espera utilizar algum dia. Mas pensei que ali, nestas seis gavetas da minha mesa antiga, havia uma vida guardada. Uma vida profissional com umas pitadas de coisas pessoais, me esperando para a hora do reencontro. E ele aconteceu e motivou boas risadas!
Por Carolina Almeida
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